Categorias
Acompanhantes Sex Work is Real Work

As chaves para o sucesso de uma acompanhante de luxo

“Sou uma empresária. Trabalhei muito, persegui oportunidades e explorei meus talentos ” Svetlana era uma acompanhante de alto nível nos Estados Unidos e ela fala claro sobre seu trabalho

Mas a história de Svetlana é, antes de tudo, a de uma empresária que conseguiu ir longe. “Trabalhei muito, mas depois que comecei a trabalhar sozinha, trabalhei duro para mim mesma e para mais ninguém.”

Lição número um: “Seja uma boa empresária”
Tem que ter clareza sobre o aspecto positivo do capitalismo. Segundo ela, é o que acontece quando você decide cobrar 2.000 dólares por hora pra atender casais, “não porque o trabalho é mais complicado, mas simplesmente porque eles pagam“.

Para ganhar dinheiro, você tem que gastar dinheiro
Se foi ela que chegou ao 1% das acompanhantes Top, e não outra pessoa, foi justamente porque investiu em si mesma. Ela gastou dinheiro em publicidade, fotógrafos profissionais, promovendo seus anúncios em sites de acompanhantes e páginas de namoro (até cerca de U$D 4.000 por mês) e alugando um apartamento numa área privilegiada (U$D 3.000 em Manhattan). Enquanto isso, o resto das colegas teve que se contentar com os clientes menos exigentes que, ao mesmo tempo, são os mais perigosos. Uma dica: a maioria dos clientes deseja sentir uma conexão pessoal com a acompanhante. Por isso, ela definiu seus personagens com detalhes, o que os deixa mais confortáveis.

Oferece valor agregado
Svetlana leva as mãos a cabeça vendo como algumas das suas colegas acompanhantes cobram apenas US $ 400. “Não sei se é porque elas são estúpidas ou preguiçosas ou porque não levam seu trabalho a sério…hoje você pode dormir com uma estrela pornô por US $ 2.000”. Para evitar cair nesse grupo e eliminar a forte concorrência você tem que fazer a diferença. “Se você quer ganhar dinheiro como acompanhante, tem que oferecer algo especial.” No seu caso, “compreensão”. “Mesmo com os caras com quem ela estava por três ou quatro horas, o sexo durava apenas quinze minutos ”, explica. O importante é que o cliente sinta que tem todo o tempo do mundo para bater um papo, mesmo que não tenha. Esta é a parte “delicada” do trabalho.

Trabalhe para você
A acompanhante qualifica como “míope” a decisão de trabalhar com uma agência, pois isso a obriga a trabalhar muito mais pelo mesmo dinheiro e, além disso, abrir mão da escolha. Essas agências podem levar 30%, 50% no caso de massagens.

Como tratar o cliente
Várias regras de ouro:

  1. Nunca pergunte ao cliente sobre sua família, não por ser impróprio – a maioria fala sem ser perguntado – mas porque é fácil entristecê-lo (“e você não quer um cliente triste”).
  2. Deixe-o reclamar, mas não reclame. Eles não estão interessados ​​nisso.
  3. Além disso, é preciso tentar entreter: “Os caras gostam de foder com mulheres bonitas e magras, mas também com garotas interessantes.”
  4. Nunca seja aproveitadora, porque “uma ou duas críticas negativas podem afundar a sua imagem.”

A fórmula ideal?
Melhor dois clientes dependentes do que dez clientes ocasionais: “É a regra 80-20, li em um livro de negócios.”

Ouvir não é fácil
Embora não seja fácil, o mais importante é que o homem sinta que você se interessa pelo que está contando. Além disso, que se sintam compreendidos e atraentes. “Muitas garotas jovens e bonitas sabem fazer isso”, então tente adotar outras estratégias, como contar piadinhas ou elogiar obscenamente o cliente.

Proteja-se
Uma regra que não pode ser ignorada. Use camisinha! No entanto, Svetlana alerta que muitas colegas que conhecem a identidade de seus clientes podem furar preservativos para engravidar e entrar com um processo de paternidade. Por isso, ele conclui com uma recomendação ao cliente: “Caras muito ricos deveriam comprar seus próprios preservativos.”

Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Sex Work is Real Work

Como está afetando o coronavirus nas profissionais do sexo?

A pandemia do corona vírus afetou os profissionais do sexo, principalmente garotas de programa que atuam em boates e ruas. As medidas de isolamento social impostas a população fechou clubes e locais de prostituição, e a crise econômica complica a sobrevivência do dia a dia.

Um exemplo, o bairro da Luz Vermelha, em Amsterdã, que tem suspensão das visitas guiadas à zona de prostituição. 200 mil clientes e 228 vitrines, nas quais trabalham aproximadamente 400 mulheres, sumiram do conhecido bairro da capital holandesa. Para atender o setor, foi criada uma campanha através de crowdfunding, que arrecada dinheiro para a compra de alimentos e medicamentos.

Como está afeitando o corona vírus nas profissionais do sexo?

Para saber qual está sendo o impacto real do corona vírus entre a classe de profissionais do sexo, perguntamos mais uma vez as nossas anunciantes.

Em uma enquete realizada entre os dias 19 e 25 do outubro de 2020, perguntamos para 40 profissionais do sexo que mantém o cadastro atualizado no Pimenta.Club e seguem oferecendo seus serviços na crise

Como está afetando a Covid-19 no seu trabalho?

Veja os resultados da nossa enquete: https://pt.surveymonkey.com/stories/SM-ZLGJ5LMY/

1.-Os atendimentos durante a pandemia…

Entre as acompanhantes anunciantes no Pimenta.Club que seguem oferecendo seus serviços na crise, mais de 15% relata que parou tudo, em quanto 56% comenta que caiu muito.
Vale destacar que apenas 5% diz que aumentaram os serviços durante a pandemia.

OPÇÕES DE RESPOSTA
Parou tudo 15,38%
Caiu muito 56,41%
Caiu um pouco 20,51%
Está a mesma coisa 2,56%
Aumentou 5,13%

2.- Você mora com alguém que esteja no grupo de risco?

OPÇÕES DE RESPOSTA
Sim 30,77%
Não 69,23%

3.- Você tem medo de ser infectada com Covid-19?

OPÇÕES DE RESPOSTA
Sim 35,00%
Não 25,00%
Um pouco 40,00%

4.- Os clientes usam máscara ou pedem para você usar máscara?

OPÇÕES DE RESPOSTA
Não 42,50%
Muito raramente 25,00%
Às vezes 12,50%
É frequente 17,50%
Outro* 2,50%

*Eu faço questão de usar e exijo …Sem beijo e muito cuidado

5.- Você está preocupada em transmitir a doença sem saber?

OPÇÕES DE RESPOSTA
Sim, muito 52,50%
Um pouco, eu fico atenta 40,00%
Não muito 7,50%
Para nada 0%

Hoje, às 17 horas, no canal do Youtube da CUTSP por mediação de Marcia Viana, e com a participação de Carol Bonomi (@BonomiCarol) e Betânia Santos, debateram um tema polêmico, mas importante: Como está a situação durante a pandemia, com mulheres e homens que trabalham como profissionais do sexo?

Então, Como está o movimento?

Nos últimos dias temos visto titulares da imprensa amarela destacando que o movimento de serviços de acompanhantes durante a pandemia aumentou. Alguns sites de acompanhantes continuaram a funcionar normalmente. No Pimenta.Club, paramos as atividades no início do mês de maio, estabelecendo apenas serviços mínimos essenciais, o que provocou uma queda automática de usuários.

Como está afetando o corona vírus nas profissionais do sexo?
Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Sex Work is Real Work

STRASS – O Sindicato francês d@s Profissionais do Sexo

O STRASS ou Syndicat du TRAvail Sexuel existe desde 2009 na França. Foi criado por profissionais do sexo durante a Conferência Europeia da Prostituição, que se realizou então em Paris; Reuniram-se profissionais do sexo, acompanhadas por advogados, assistentes sociais, sociólogos, etc.

O Pimenta.Club está na luta com o STRASS para que todas @s profissionais do sexo tenham os mesmos direitos que qualquer trabalhador. È preciso ter representatividade para que exista uma defesa contra qualquer violação dos direitos da classe.

STRASS para quem?

O STRASS representa todas as profissionais do sexo, independentemente de seu gênero ou tipo de trabalho sexual envolvido. Garotas de programa, (de rua ou anunciantes em site de acompanhantes), atores pornôs, massagistas eróticos, dominatrizes profissionais, operadoras de telefone rosa, modelos de webcam, strippers, modelos eróticas, etc.

O STRASS dá atenção especial às mulheres – ao adotar uma postura feminista baseada no direito de todos de dispor livremente de seu corpo – e aos migrantes – ao adotar uma posição crítica em relação às políticas de migração que os colocam em perigo.

Women from the STRASS trade union (Syndicate for sexual workers) hold placards reading “Stop repression, not our clients” (R) during a protest march to condemn violence against women, on November 23, 2019 in Marseille, southern France (Photo by CLEMENT MAHOUDEAU/AFP via Getty Images)

O STRASS para quê?

#apenas-os-direitos-podem-parar-os-erros

  1. Exigem a aplicação da lei comum a todas as profissionais do sexo. Até à data, a legislação francesa é particularmente discriminatória contra as trabalhadoras do sexo que são prostitutas (de rua ou de interior), como resultado da política proibicionista seguida pela França.
  2. Lutam pelo reconhecimento de todas as formas de trabalho sexual, contra sua proibição, pois todas as disposições repressivas que dificultam seu exercício mantêm as trabalhadoras do sexo na insegurança e na ilegalidade.
  3. Exigem que as trabalhadoras do sexo, especialmente as estrangeiras e em situação irregular, sejam efetivamente protegidas contra o trabalho forçado, a servidão e a escravidão, bem como o tráfico para esse fim, em aplicação do direito comum. As crianças também devem ser protegidas de forma eficaz contra a exploração sexual.
  4. Exigem o desaparecimento do código penal das disposições que sancionam especificamente o “aprovisionamento”. Supostamente nos protegem dos exploradores, também impedem a prática da prostituição ao nos negar a possibilidade de nos organizarmos (impedindo-nos, por exemplo, de compartilhar um local de trabalho) ou de nos beneficiarmos de qualquer ajuda externa. Estas disposições têm também como consequência isolar-nos cada vez mais do resto da população, acusando-nos de procurar qualquer pessoa que beneficie dos nossos rendimentos, incluindo membros da nossa família ou amigos, a menos que provem que o seu estilo de vida corresponde a seus recursos.
  5. Por último, opõe-se veementemente à penalização dos clientes na França. A lei já permite punir as agressões ou agressões sexuais, bem como “clientes” de menores, em particular pessoas vulneráveis ​​ou vítimas de trabalho forçado ou tráfico. Sancionar clientes de profissionais do sexo adultas, na ausência de qualquer abuso ou violência, não só mina a liberdade sexual, mas também tem o efeito de piorar a situação, tornando o trabalho e a vida mais precários.

Rejeitamos a ideia de que somos, por princípio, vítimas que deveriam ser salvas, contra a nossa vontade.

Manifestações contra crime de solicitação pública

Na França, profissionais do sexo representadas pelo STRASS entraram na luta no 2015 para a revogação do crime de solicitação pública. Quaisquer que sejam as opiniões sobre a prostituição, o povo francês é unânime em afirmar que as prostitutas não devem ser penalizadas. Na prática, a lei de solicitação pública implicava que os clientes estavam cometendo um delito na hora de solicitar os serviços de uma acompanhante.

A STRASS afirmou que o crime de solicitação publica, só ia reforçar o status dos trabalhadores sexuais de pessoas “socialmente inadaptadas”, o que é estigmatizante e devia ser revogado.

Atendimento para denúncias de violência

O STRASS criou um endereço dedicado para profissionais do sexo que tiveram uma experiência de violência psicológica e / ou física, abuso, extorsão, intimidação, chantagem, ameaças, falta de pagamento, etc. Você pode entrar em contato conosco para obter informações, aconselhamento jurídico ou até mesmo suporte para registrar uma reclamação e as consequências (na medida do possível). Você pode escrever para nós em service-juridique@strass-syndicat.org Entre em contato conosco em caso de violência: violences@strass-syndicat.org

Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Notícias

Padre preso após sexo com duas Dominatrix no altar

O reverendo Travis Clark é acusado de ter um trio com a atriz de filmes adultos Mindy Dixon, 41, e Melissa Cheng, 23, na Igreja Católica Romana de São Pedro e São Paulo, na Louisiana, em 30 de setembro. Eles foram pegos em flagrante por um transeunte que decidiu verificar a igreja de Nova Orleans depois de ver as luzes ainda acesas às 23h. O cidadão foi até a janela para ver o que estava acontecendo e ao olhar, percebeu que havia uma festa de sexo a três com dominatrix. , Ele filmou o encontro e alerto a polícia.

O padre seminu foi visto tendo relações sexuais com duas mulheres que usavam espartilhos e botas de salto alto.

A festa estava pronta, com iluminação de palco, brinquedos sexuais e um telefone celular em um tripé filmando o encontro. Um post em uma conta de mídia social associada a Dixon disse que um dia antes ela estava a caminho da área de Nova Orleans para se encontrar com outra dominatrix “e profanar uma casa de Deus”.

O religioso e suas acompanhantes, identificadas como Mindy Dixon,de 41 anos e Melissa Cheng, garota de programa de 23 anos foram presos, acusados de obscenidade por praticarem sexo em um lugar  à vista do público.

O padre e as 2 mulheres foram presos por supostamente violar uma lei de obscenidade que proíbe as pessoas de fazer sexo em público.

O que é bizarro é que a única maneira que a testemunha poderia ter visto era espiando pelas janelas!!!!

O caso aconteceu em 3setembro, mas só foi revelado pela imprensa internacional nesta semana.

Revolta do Arcebispo

O arcebispo Gregory Aymond chamou o ato de “demoníaco”. Ele estava vestido com sua estampa sacerdotal … bem, apenas parcialmente.

Travis Clark era capelão de uma escola secundária católica da região e estava à frente da igreja de São Pedro e São Paulo desde o ano passado. Ele foi ordenado sacerdote em 2013. A arquidiocese de Nova Orleans, suspendeu Clark de suas funções.

Um ritual religioso será feito pelo arcebispo Greg Aymond para restaurar a santidade do altar.

O arcebispo disse que a única maneira de restaurar a santidade da igreja, era queimar o altar, acrescentando: “Estou furioso. Quando os detalhes ficaram claros, mandamos remover o altar e queimado. Vou consagrar um novo altar amanhã. ”

Altar queimado após suposto trio dentro da igreja; arcebispo chama as ações do padre de ‘demoníacas’
Categorias
Acompanhantes Notícias Sex Work is Real Work

Falta de dinheiro é um dos motivos para seguir na Vila Mimosa

Vila Mimosa no Rio de Janeiro é uma tradicional zona fechada de prostituição localizada no centro da cidade. Apesar de ter o nome de vila, começou em um grande galpão em forma de um quadrado com 2500², onde tem uma parte de frente para a rua principal (Sotero dos Reis) e há proliferação de estabelecimentos de garotas de programa. Trata-se de um agrupamento de estabelecimentos localizados num mesmo espaço e ligados pela atividade da prostituição.

Assemelhasse a uma galeria comercial, em que uma loja estaria ao lado da outra, contudo, trata-se de bares.

A passagem entre os dois lados é  estreita e coberta. As duas entradas são identificadas pelos toldos amarelos e azuis colocados nas varandas dos estabelecimentos junto à rua principal. Os bares e boates localizam-se na parte de baixo e os quartos, para a realização dos programas, no segundo andar.

Porém não é só sexo que é ofertado na Vila Mimosa. O reclamo das Garotas de Programa alimenta um comércio de centenas de pessoas oferecendo as mais variadas mercadorias.

O lugar é um formigueiro de pessoas que expõem suas mercadorias no chão ou perambulando pelas ruas. Vendedores informais vendem: sucos, salgados, roupas intimas, cosméticos, bijuterias e os mais variados produtos que conseguem carregar.

A Associação dos Moradores do Condomínio e Amigos da Vila Mimosa afirma que nos finais de semana há cerca de 4.500 pessoas cada noite transitando no complexo da Vila Mimosa.

Falta de clientes, principal reclamação da pandemia

Veja vídeo do documental, terceiro episódio da série Prostituição, onde a R7 mostrou histórias de garotas de programa da Vila Mimosa, na zona norte do Rio.

Categorias
Acompanhantes Notícias Sex Work is Real Work

Profissionais do sexo não podem ser esquecid@s na resposta à Covid-19

Com o titulo de “As profissionais do sexo não devem ser esquecidas na resposta COVID-19” o jornal The Lancet publicou um articulo científico que gostaríamos de traduzir para vocês.

Credenciais do artículo:

Texto na integra

À medida que os países mantêm ou ajustam medidas de saúde pública, legislação de emergência e políticas econômicas em resposta à pandemia COVID-19, há uma necessidade urgente de proteger os direitos e apoiar os membros mais vulneráveis ​​da sociedade. As trabalhadoras do sexo estão entre os grupos mais marginalizados. Globalmente, a maior parte do trabalho sexual direto cessou em grande parte como resultado do distanciamento físico e medidas de bloqueio postas em prática para interromper a transmissão do coronavírus da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), potencialmente tornando uma população frequentemente marginalizada e economicamente precária mais vulnerável.

1.- A maioria das trabalhadoras do sexo, mesmo aquelas que podem transferir seu trabalho online, estão financeiramente comprometidas e algumas são incapazes de interromper os serviços pessoais.

2.- É imperativo que as trabalhadoras do sexo tenham acesso aos esquemas de proteção social como membros iguais da sociedade.

Como acontece com todos os aspectos da saúde, a capacidade das profissionais do sexo de se protegerem contra COVID-19 depende de seus comportamentos individuais e interpessoais, seu ambiente de trabalho, a disponibilidade de apoio da comunidade, acesso a serviços sociais e de saúde e aspectos mais amplos da legislação e situação econômica.

O estigma e a criminalização significam que as trabalhadoras do sexo podem não buscar, ou se qualificar para, proteção social governamental ou iniciativas econômicas para apoiar pequenos negócios. Prisões policiais, multas, violência, interrupção da ajuda por parte da polícia e deportação compulsória foram relatados por profissionais do sexo em diversos ambientes, alimentando preocupações de que a pandemia está intensificando o estigma, a discriminação e o policiamento repressivo.

As trabalhadoras do sexo que não têm onde morar, usam drogas ou são migrantes com situação legal ou de residência insegura enfrentam maiores desafios no acesso a serviços de saúde ou alívio financeiro, o que aumenta sua vulnerabilidade a resultados de saúde precários e impactos econômicos negativos de longo prazo. Maior prevalência de condições de saúde subjacentes entre profissionais do sexo7 pode aumentar o risco de COVID-19 progredir para doença grave.  A demanda por abrigo e moradia com apoio aumentou, pois os locais de trabalho do sexo foram fechados ou o pagamento do aluguel inadimplente devido à perda de renda.

Os problemas de saúde mental existentes tendem a ser exacerbados pela ansiedade em relação à renda, alimentação e moradia, ao lado de preocupações com a infecção de continuar a trabalhar na ausência de proteção social.

O risco de infecção com SARS-CoV-2 é aumentado para aqueles que compartilham instrumentos para uso de drogas.

Formas alternativas de manter ou estender o tratamento e a prescrição de substitutos de drogas são importantes para salvar vidas em locais onde os serviços são fechados ou restritos ou onde há falta de pessoal devido a doenças.

Existem poucas evidências confiáveis ​​do risco de infecção ou complicações de COVID-19 entre pessoas que vivem com HIV, embora o risco possa ser maior entre aqueles que são imunocomprometidos e não estão sob tratamento para o HIV.

A evidência da revisão sugere, em média, o uso de terapias anti-retrovirais já é baixo entre as trabalhadoras do sexo que são HIV positivas em ambientes de alta e baixa renda.É crucial que a interrupção dos serviços de saúde não reduza ainda mais o acesso ao tratamento e prevenção do HIV ou a serviços vitais para lidar com a violência doméstica ou outras formas de violência.

Modelos matemáticos sugerem que, mesmo com testes e rastreamento de contato generalizados, na ausência de uma vacina COVID-19, o distanciamento físico será uma intervenção chave para prevenir a transmissão da comunidade globalmente.1A modelagem inicial que informa as políticas de distanciamento físico não leva em consideração as necessidades das populações vulneráveis ​​ou seu acesso e adesão às orientações oficiais.

Ganhos no nível da população, como redução nas admissões hospitalares e mortalidade, são provavelmente intangíveis para populações marginalizadas para as quais os efeitos negativos imediatos do distanciamento físico podem ser substanciais. A incapacidade de trabalhar, o acesso reduzido aos serviços de saúde e o aumento do isolamento provavelmente resultarão em resultados de saúde mais precários e no aumento das desigualdades, especialmente quando os indivíduos são amplamente excluídos dos esquemas formais de proteção social.

As organizações de trabalhadoras do sexo responderam rapidamente ao COVID-19 circulando fundos para privações; ajudando com aplicações de alívio financeiro; defendendo que os governos incluam profissionais do sexo na resposta à pandemia; pedindo direitos trabalhistas básicos para facilitar condições de trabalho mais seguras; e fornecer orientação de saúde e segurança para aqueles que se deslocam online ou incapazes de parar os serviços diretos.

Em todo o mundo, as iniciativas do governo incluem o fornecimento de pacotes de comida para profissionais do sexo em Bangladesh, o fornecimento de moradia de emergência na Inglaterra e País de Gales e a inclusão de profissionais do sexo em benefícios financeiros na Tailândia, Holanda e Japão. No entanto, esses esquemas geralmente excluem os mais marginalizados, incluindo aqueles que são sem-teto, transexuais ou migrantes.

Há uma necessidade crítica de governos e provedores de assistência social e de saúde trabalharem com as comunidades afetadas e provedores de serviços de linha de frente para co-produzir intervenções eficazes. Exemplos de intervenções necessárias são descritos no painel . As organizações existentes de trabalhadoras do sexo fornecem uma base essencial para o trabalho de saúde comunitária e, em colaboração com os serviços de saúde, podem facilitar e garantir a adequação dos testes comunitários e rastreamento de contatos, bem como maximizar a absorção de potenciais futuras vacinas ou tratamentos COVID-19.

Painel

Intervenções-chave para abordar os danos do COVID-19 entre profissionais do sexo
Todas as intervenções e serviços devem ser planejados e implementados em colaboração com organizações lideradas por profissionais do sexo.

Intervenções sociais e estruturais

  • Benefícios financeiros e proteção social para todas as trabalhadoras do sexo, incluindo migrantes com status de residência ilegal ou incerto;
  • Cessação imediata de prisões, reides e processos por trabalho sexual e pequenos delitos relacionados com drogas e reforma de longo prazo de políticas e leis que se mostraram prejudiciais à saúde;
  • Fornecimento de moradia de emergência para os sem-teto, moratória sobre despejos e assistência com aluguel ou reembolso de hipotecas para os necessitados.

Serviços de saúde

  • Conselhos de promoção da saúde adequadamente direcionados sobre a prevenção de COVID-19 com tradução linguística/
  • Distribuição de desinfetante para as mãos, sabonete, preservativos e equipamento de proteção individual;
  • Manutenção e extensão de serviços centrados na pessoa para atender às necessidades associadas à saúde mental, uso de álcool e outras drogas, violência física e sexual e saúde sexual e reprodutiva, incluindo tratamento de HIV e cuidados relacionados à transição;
  • Teste COVID-19 e rastreamento de contato entre profissionais do sexo e grupos marginalizados.

Alcançar comunidades mais saudáveis ​​e controlar o COVID-19 requer uma resposta coletiva e inclusiva. Recursos e apoio para profissionais do sexo precisam ser priorizados.

O envolvimento das comunidades em esquemas de proteção social, serviços de saúde e informações permitirá que as profissionais do sexo protejam sua saúde durante esta pandemia como cidadãos iguais, de acordo com os princípios de justiça social.

As reformas das políticas sociais e legais, incluindo a descriminalização do trabalho sexual, podem reduzir a discriminação e a marginalização das profissionais do sexo e permitir a prestação de serviços vitais de saúde e sociais.3 Essa necessidade se torna mais aguda à medida que os desafios sociais e de saúde existentes são exacerbados pela crise do COVID-19.

Declaramos não haver interesses conflitantes.

Categorias
Acompanhantes Dicas para sexo Sexo

Dafne Anãzinha responde as perguntas das #GarotasPimenta

Nossa amiga Lia Regina, mais conhecida como Dafne Anãzinha, combinou com nossa equipe uma entrevista onde nossas  acompanhantes anunciantes no Pimenta.Club faziam as perguntas.
Ao longo de uma semana perguntamos a varias das nossas anunciantes mais fieis qual é a pergunta que fariam para a Dafne Anãzinha.

Na época da fama, ela chegou a participar de programas como “Pânico”, “The Noite” e o “Programa do Ratinho”.

As questões para a Lia foram selecionadas entra mais de 50 perguntas efetuadas pelas nossas acompanhantes em um formulário pop-up acessível desde nossa área de usuários.

Assista a seguir a primeira parte:

Para quem gosta de ler, temos a versão por escrito da entrevista.

Perguntas das #GarotasPimenta para Dafne Anãzinha – parte I

1.- Quanto vc cobra(va) por hora? 

Não. Eu cobrava um valor fixo de 150,00, mas não cobrava por hora era livre. Mas normalmente os clientes não ficam muito tempo no motel, a maioria é casado. Garotas de programa que se preocupam com o horário os clientes nunca voltam.

2.- Qual posição vc mais gosta?

Eu gosto de ir por cima

3.- Vc gosta de q?

Eu gosto de muita preliminar antes do sexo, para eu me sentir muito molhada

4.- Se largaria tudo hj pra voltar a vida de gp?

Hoje não, eu estou casada não largaria o marido por nada. Mas nunca diga nunca kkkk

5.- Vc chupa gostoso?

Sim no meu livro tem um crédito de como chupar gostoso kkkk. Adoro engolir a porra todinha

6.- Se ela conseguiu sair dessa vida de pg?

Sim, faz 4 anos que estou casada, foi um pedido do meu marido.

7.- Gostaria de saber se você gosta de ser selvagem na hora do sexo ?

Sim, eu gosto muito de gritar, gemer, pedir mais. Eu adoro ser selvagem. Adoro algemas, adoro mijar na cara dos homens.

Dafne Anãzinha responde as perguntas das Garotas Pimenta

8.- Vc começou como? foi instigada por propostas?

Eu falo isso detalhadamente no meu livro, mas eu comecei sem ninguém me falar, eu fazia sexo com os homens em troca de mac donalds, depois de um tempo coloquei anuncio nos sites e comecei sozinha, sem intermediários. Homens que saiam comigo antes da prostituição não queriam me assumir por ser anã. Na prostituição foi o contrário minha deficiência foi motivo de curiosidade.

Eu fiquei revoltada com esses homens e passei a cobrar. Os clientes me tratavam melhor do que os homens que eu não cobrava nada.

9.- Como ela conseguia seus clientes famosos?

Olha eu acho que esses clientes famosos me procuravam para realizar suas fantasias, eles mesmo viam os anúncios, não teve intermédio de ninguém.

Eu atendi eles antes de ficar famosa, então acho que vai de ter um anúncio sincero do que você faz e não faz. Um bom anúncio é tudo. Seja a mais sincera nesse quisito. E também vai de boca a boca se a menina é boa todos ficam sabendo dela rapidamente. No meu livro tem 10 dicas de como atender bem o cliente.

10.- Quero fazer clientes fixo, o que eu faço?

Isso é muito pessoal de cada menina, às vezes não da pra agradar todo mundo entende? Se você tiver paciência para conversar com o cliente, entender o que ele realmente quer, Nunca ficar olhando o relógio, atender bem ele. Fazer um sexo bem gostoso e carinhoso ele sempre volta.

11.- Uma técnica pra aliviar a dor quando o cara for muito dotado

Olha eu nunca tive técnica, nada melhor do que um dia após o outro. Mas quando o cara era muito dotado eu ficava por cima porque doia menos. Se ele insistir de quatro você vai se deitando lentamente kkk.

12.- Você em algum momento se envergonhou por ser acompanhante ?

Nunca senti vergonha do que eu fazia. Quando fiquei internada por depressão (eu conto isso no livro) eu aprendi uma coisa: Saber o que quer fazer e ser a melhor naquilo.

13.- Se ela está feliz com a atividade?

Eu era extremamente feliz na época em que eu era prostituta, hoje eu sou muito feliz também. Me sinto realizada. Meus clientes me fazia me sentir a melhor pessoa do mundo e isso é ótimo para a autoestima

14.- Como faço pra ganhar clientes mais rápido?

Você vai ter muitos clientes só se você atender bem ele, como falei, não adianta nada finjir que gosta, você tem que tentar ao máximo entender o cliente, entender porque ele está ali com você. Conversar muito, deixar ele falar. A melhor propaganda é o boca a boca, se um cliente gostar de você ele te indica para os amigos e assim por diante. Acho importante ter um blog, pois os homens adoram que falem deles.

15.- Vc atendia clientes p viagens ou fds?

Sim, eu atendia todos os dias no motel, mas tinha clientes que me pediam para viajar com eles, mas isso vai da pessoa confiar. Tem muita gente querendo fazer mal para outras meninas, acho importante atender no motel sempre. Tome bastante cuidado.

Lia lançou o livro “A Pequena Notável: Dafne Anãzinha” em formato digital disponível a venda no . amazon.com por R$23 e de forma gratuita para os usuarios Kindle. Na obra, ela ralata sua vida durante e depois da prostituição.

 

Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Notícias

Você prefere sexo com clientes de qual idade? 30 a 40 é a mais desejada

Muitos estudos provam que os homens maduros andam despertando uma intrigante atração entre as meninas. Os estudos justificam a atração dizendo que os homens maduros sabem melhor o que as mulheres querem, já tiveram experiências anteriores e até se comunicam melhor. Será?

Até aqui tudo bem, não precisamos de nenhuma enquete para saber que para trabalhar como acompanhante, jovens são mais procuradas pelo corpo, e as mais maduras pelas suas habilidades.

Assim como jogadores de futebol, profissionais do sexo tem sua vida profissional limitada no tempo e atrelada a sua forma física.

Se uma pessoa mais velha for questionada sobre ter sexo com uma garota de programa mais nova, vai dizer que tem muita vitalidade e gosta de acompanhantes jovens. Portanto, sendo homem ou mulher, todos pensamos que a melhor idade é a nossa. Já se estiver fazendo sexo com uma acompanhante com mais idade, vai exaltar sua experiência e habilidade.

Mas e quando a situação é contrária? Será que @s acompanhantes sentem preferência por algum tipo de idade?

Para responder essa pergunta, o Pimenta.Club foi atrás e perguntou para nossos anunciantes qual é a preferência de idade dos seus clientes. 

Os resultados da nossa enquete nem confirmam, nem desmentem a preferência d@s acompanhantes por clientes com mais idade. Mais da metade d@s profissionais do sexo preferem cientes entre 30 e 40 anos, seguido de perto por clientes de 40 a 50. Já @s “jovens” com menos de 30, só ficam trás d@s “velh@s” com mais de 60.

Você já se perguntou qual é a melhor idade para o sexo? Ora, não há jeito melhor do que perguntando para noss@s anunciantes.

menos de 30 anos
12,82%
30 a 40 anos
53,85%
40 a 50 anos
35,90%
50 a 60 anos
23,08%
mais de 60
7,69%

Não podemos falar que nossos garotos e garotas de programa gostam mais de clientes mais velhos, mas fica muito claro que clientes mais jovens não são os mais desejados entre noss@s anunciantes.

Para clientes com mais idade, fazer sexo com um@ acompanhante mais jovem  às vezes atua como um impulsionador do ego.

Nossa amiga Dafne Anãzinha nos conta o que tem que ter uma mulher para ser boa de cama!

Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Notícias

Rifa de cachê pela internet pode virar pesadelo!!!

Ultimamente vemos pelo Twitter cada vez mais profissionais do sexo interagindo diretamente com seus possíveis clientes, postando pics e vídeos em troca de compartilhamentos e inventando todo tipo de brincadeiras para ganhar popularidade.

A criatividade neste mercado é tudo, porém menin@s, NEM TUDO PODE!!!!

As rifas, onde uma -ou duas- acompanhantes oferecem uma noite dos sonhos com todos os serviços inclusos como prémio para o feliz ganhador, parece que pode virar caso de B.O.

Aconteceu no município de Janaúba na região Norte de Minas Gerais. Uma influencer local fechou parceria com a organização do sorteio para divulgar os detalhes da rifa em suas redes sociais e a história viralizou.

Segundo a investigação a influencer fechou o pagamento de R$500 e começou a divulgar a rifa em suas redes sociais. Sorteio acabou não sendo efetuado. A Polícia de Minas (PCMG) investiga se houve crime relacionado a exploração sexual.

“Foi muito difundido no WhatsApp, nas redes sociais, vi em vários grupos da cidade. Nós queríamos apurar o crime de proveito da prostituição.” comentou a delegada responsável do caso.

Em seu depoimento, a blogueira confirmou que um homem tinha oferecido R$ 500 para a divulgação e mais R$200 se der tudo certo. A blogueira apontou quem era o homem que a contratou para a divulgação. Ele também foi ouvido.

A rifa que prometia uma noite com uma dupla de garotas de programa virou pesadelo para os organizadores.

Os bilhetes da rifa eram vendidos por R$ 20 através de blogs e redes sociais. No seu depoimento, o organizador da rifa diz que arrecadou cerca de R$ 5 mil. Ele falou para a delegada que não era o organizador da rifa, mas tudo indica que ele seja o responsável.

O inquérito está em andamento e, além da blogueira e deste suspeito que provavelmente é o mentor da rifa, ainda serão ouvidas outras testemunhas. Prostituição não é crime por si só, mas quem aproveita-se da prostituição alheia comete crime.

“É totalmente imoral rifar pessoas, pessoas não são mercadorias”, comentou a delegada.

Se indiciado, o homem poderá ser condenado a reclusão por até quatro anos.

Dinheiro para doação?

Intimado pela delegada, o suspeito declarou que iria usar o dinheiro da rifa para comprar cestas básicas destinadas a famílias de Janaúba. Mas, o boleto da rifa não falava nada disso, então as investigações apontam que era para seu benefício.

Instaurado em 15 de setembro, o inquérito ainda ouvirá mais testemunhas para somente então ser concluído. Ainda não há data prevista.

O homem jurou ter devolvido o dinheiro.

Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Notícias

Ex-acompanhante anã Lia Regina, lança e-book com experiências

Para ajudar outras mulheres e homens que sofrem com o preconceito de serem anões, Lia Regina, mais conhecida na classe como Dafne Anãzinha, escreveu sua autobiografia num e-book de 123 páginas.

Lia Regina, mais conhecida como Dafne Anãzinha, revela que tinha artista da Globo e jogador de futebol, numa lista de mais de 600 clientes

Na presentação do livro, Lia escreve: “Este livro conta minha história e relata minhas experiências. Não só como garota de programa, mas também minha vida antes de me tornar uma. Nesse sentido, pessoas que levaram fora, que foram humilhadas ou até mesmo que foram deixadas de lado, vão se identificar muito com a obra. Além disso, também conto um pouco da minha infância e o bullying sofrido em razão da minha condição – a de ser portadora de Nanismo -, tanto no colégio como na minha própria família.”

Pretendo publicar mais um livro, sobre bonecas sexuais humanas, adianta a jovem, que está há quatro anos fora dos serviços de acompanhantes. Atualmente, Lia é formada em Direito, e está cursando uma segunda graduação, no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Na autobiografia lançada este mês, disponível para venda na Amazon, Lia Regina, decidiu listar seus clientes, entre eles atores famosos da Globo e jogadores de times de futebol da primeira divisão,  “A maioria me procurava para realizar seus fetiches”, conta no seu e-book.

O nanismo, alvo de fetiche de muitas pessoas, foi determinante para ter uma lista de clientes muito variada e com personagens de todas as classes sociais.

“Os homens pagavam para realizar seu fetiche. Acredito que garotas de programa são as únicas a terem acesso a homens intocáveis”

“Atores e jogadores de futebol que me contratavam eram extremamente lindos, pessoas que estão na mídia diariamente. Pessoas que eu nunca poderia imaginar estar na cama. Todos eram muito atenciosos. Até calcinha eu ganhei de um”, relembra.

“A relação era unicamente profissional, não tínhamos contato diário. Eu realizava as fantasias deles e pronto”

Questionada sobre como lembra dos atendimentos, Lia explica que mantinha um caderno de anotações sobre cada homem e mulher que serviu.

Ex-acompanhante anã Lia Regina, lança e-book com experiências

“Eu tinha uma agenda, anotava todos com quem eu saía. Nos serviços de sexo também, anotava o nome, a data e se eu tinha gozado. Caso o cliente me ligasse de novo, eu sabia exatamente a data que eu o atendi. Isso ajudava a me lembrar deles, pois eram muitos e eles gostavam de se sentirem únicos. Caso eu não tivesse gozado, não voltava a atender aquele cliente.”

Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Sexo

Namorar uma acompanhante? E ela, namoraria com você?

O que pensam eles

Todas as enquetes feitas por sites e blogs com conteúdo para adultos, priorizam a opinião dos clientes a respeito da possibilidade de namorar com uma profissional acompanhante, principalmente quando é uma garota de programa que oferece abertamente seus serviços.

Os resultados das enquetes, são sempre parecidos e indicam que poucos homens gostariam de namorar uma acompanhante sem colocar um porém.

Só 8% dos homens responderam “SIM” a pergunta Você namoraria uma garota de programa?

Os resultados são da enquete feita no fórum https://adrenaline.com.br/ e à pergunta “Você namoraria uma garota de programa?”. Os resultados foram:

  1. Sim: 8.1%
  2. Sim, desde que ela parasse de atender: 8.6%
  3. Talvez, se ela parasse de atender: 22.6%
  4. Talvez: 14.5%
  5. Não, mesmo que ela parasse de atender: 46.2%

Muitos que não conhecem nem são clientes habituais, não teriam problemas em namorar se ela parasse de atender.

Outras enquetes feitas por sites similares, como a feita pelo site de perguntas e respostas ele&ela até colocam o passado como impedimento para namorar a garota perguntando:

O que pensam as garotas disso?

O que pensam elas

Fizemos uma enquete com noss@s acompanhantes para saber qual é a opinião delas. Já sabemos que poucos homens gostariam de namorar uma garota de programa, mas e as garotas? Será que elas gostariam de namorar com um cliente?

Perguntamos para elas “Você namoraria um cliente?

Os resultados da pesquisa do Pimenta.Club mostram que 35% das acompanhantes não namoraria um cliente, e 10%, só namoraria um cliente se ele já foi um conhecido anterior da garota ter começado a trabalhar como acompanhante.

Não
35,00%
Só se for alguém que já conhecia
10,00%
É muito difícil, mas às vezes rola um “chan” com algum cliente
45,00%
Sim. Porque não? Estou solteira!
36,00%
Outro
4,00%

Um 45% das acompanhantes do Pimenta.Club indica que é muito difícil namorar com um cliente, porém às vezes rola um “chan”. Nossa enquete não perguntou o que acontecer depois, se rolar o tal do “chan” 😉

Já os 36% das acompanhantes – mesma proporção que as que jamais namorariam um cliente – indicou que não tem problemas em namorar um cliente e declara-se solteira!

Você namoraria uma acompanhante? E ela? Ela quer namorar você?

A enquete do Pimenta.Club foi elaborada com uma seleção aleatória de participantes voluntários entre mais de 7000 anúncios de acompanhantes para adultos no nosso site.

Fotografias de Julinha | Julinha Safadinha

A gente foi mais longe!

Meninas, o Pimenta.Club quis ir mais longe e tirou mão da calculadora para saber o que pensam “eles” na realidade. As enquetes feitas pelos sites, não tem em consideração se o homem que efetua seu voto é “cliente” de serviços de acompanhantes. Sob nosso ponto de vista, os homens que não conhecem, não tem voto válido na nossa enquete. O pastor de uma igreja pode votar 5 vezes, só para desacreditar a classe, mas não afeta a proporção de clientes que namoraria uma acompanhante, porque ele não é um cliente!

Não tem estudos oficiais, e fica até difícil ter uma idéia do número de profissionais do sexo que trabalham atualmente no Brasil.

ONGs estimam que o número de garotas de programa no Brasil é de aproximadamente 1.170.000.

Vamos fazer uma conta rápida. Se tem 1,2 milhão de profissionais mulheres, e vamos supor um “hipotético” número (muito baixo) de 30 clientes por profissional. Se fizer as contas, ficamos com 45 milhões de Brasileiros que pagam por serviços de sexo.

No final temos que 2/3 dos brasileiros que não pagam por sexo, e não conhecem o serviço nem as pessoas que o prestam.

Segundo a enquete, 46% não namoraria uma acompanhante, e tem 66% que não conhece o serviço. Isso quer dizer que tem muitos que não conhecem nem são clientes habituais, mas não teriam problemas em namorar uma acompanhante se ela parasse de atender.

Na real, se tirar os que não pagam serviços profissionais de sexo, o número de clientes que namoraria uma profissional acompanhante, principalmente se ela deixar de trabalhar, é mais do 50%. Se prestar atenção, a porcentagem e a mesma que as acompanhantes que namorariam um cliente 😉

Dados de profissionais do sexo no Brasil em 2010

Segundo um estudo do 2010, existe 1.500.000 (um milhão e quinhentos) profissionais do sexo no BRASIL e desses 78% são mulheres, 1.170.000. As travestis correspondem a 15%, o que soma 225.000 mil profissionais.

Categorias
Acompanhantes Dicas para sexo Sexo Sexo online

Como descobrir se o perfil é verdadeiro?

Algumas dicas para identificar perfil falso. Você quer saber se à acompanhante com quem você está querendo o contato é à mesma pessoa que você está falando pelo whatsapp.

  • Veja se a foto do perfil do WhatsApp e do anúncio é a mesma pessoa;
  • Buscar a foto de perfil, no Google imagens. Geralmente, os perfis falsos usam fotos de outras pessoas que possuem outra conta. Se a foto for procurada no Google imagens, aparece o verdadeiro dona da fotografia;
  • Veja as valorações do anúncio. Anúncios mais antigos, tem mais valorações;
  • Pergunte se a acompanhante tem perfil nas redes sociais. Hoje muitas acompanhantes tem mídias sociais, é fácil conferir;
  • Procure em outros sites o mesmo anúncio;
  • Veja se o número de telefone usado em outros sites é o mesmo;
  • Desconfie de garot@s que enviam mensagens para você incentivando a troca de mensagens e contatos. Isso não acontece;

O Pimenta.Club oferece um serviço especial de Perfil especial para Acompanhante Vip.
No nosso novo perfil @s garot@s de programa podem colocar todos seu anúncios, criar uma área privada para assinantes, publicar suas mídias sociais e até marcar encontros, se desejar. Todos os sites tem seus autores verificados e todas as imagens são dessa mesma pessoa.

Categorias
Acompanhantes Dicas para sexo Garotas de programa Sexo

Como é o boquete perfeito?

Segundo uma das nossas enquetes com acompanhantes registradas no Pimenta.Club, o sexo oral, especificamente a felação, é uma das práticas que os homens mais gostam.

Muitas das garotas, começam o trabalho “amaciando” o cliente com um boquete, mas fazer um bom boquete não é fácil.

Beijos suaves no glande
Yazmin, uma das nossas acompanhantes no rio de Janeiro, ​​especialista em felação, explica que a parte do pau que mais precisa de ser estimulada é a glande. A garota explica que costuma dar beijos suaves nessa parte e fazer pequenos círculos com a língua, delicadamente, sempre procurando dar o máximo de prazer e relaxamento.

Sugar e usar as mãos
Já  a Tereza, uma acompanhante de São Paulo, diz que geralmente passa a língua e suga ao mesmo tempo que usa as mãos. Ela gosta de estimulá-lo um pouco mais rápido e depois ir em um ritmo mais lento.

Passar a língua em tudo
Outra acompanhante em Natal, a Nanda massagista, conta-nos que quando faz uma felação, normalmente também passa a língua por tudo, tanto os testículos como o pau. Ele nos garante que todos os homens amam essa técnica.

Começar pelos testículos
Um de nossos garotos escorts, o Fávio, fala que quando começa a chupar um pau, começa por baixo, pelos testículos, pela base do pênis, suavemente, subindo e descendo a língua umedecendo o pênis com sua saliva. Ele demora para chegar no glande, segurando a vontade do cliente. A glande é a parte mais sensível do pênis, então, deixar pra depois vai deixá-lo louco.

Chupar o cu
A Marcya, acompanhante em João Pessoa, comentou que alguns clientes gostam de você lamber o seu anus, outros não gostam nem que você chegue perto. Tem que ficar atenta. Em caso de gostar, dedico um tempo lambendo, tocando, fazendo carícias externas e introduzindo o dedo.

Alguns homens gostam mais que outros desse toque nos testículos. Descubra o quanto eles gostam.

Todos os homens gostam de felação?

Sexo oral é uma prática que todos os homens gostam. «E se não», garante-nos uma das nossas acompanhantes, «nunca o fizeram bem».

A compreensão mútua entre o cliente e a acompanhante é essencial para um boquete nota 10, tanto ele recebendo quanto ela fazendo. A profissional deve saber como estimulá-lo, enquanto ele tem que orientá-la, dizer o que ele mais gosta e como ele quer que ela continue.

Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Notícias

Vídeo de garotas rebolando na frente de boate viraliza

Após ter ficado fechado devido à pandemia da Covid-19, imagens gravadas por uma funcionária da boate Rancho dos Patrões, mostram que o estabelecimento voltou a funcionar e está de portas abertas para o público.

No vídeo gravado no final de tarde uma fila de garotas de programa de minissaia dançam na entrada da boate, que fica bem próximo à BR.

Rebolando na frente da boate, as garotas são um reclame para atrair a clientela masculina.

Vídeos e fotografias que viralizaram nas redes sociais nos últimos dias mostram o grupo de garotas acompanhantes dançando com pouca roupa às margens da rodovia BR-070, na frente da boate.

Vídeo viralizou após motoristas uparem nas redes sociais

O rebolado das garotas, provocou que o trânsito fica-se engarrafado naquele tramo da rodovia. Muitos motoristas reduziam a velocidade e até pararam para assistir o “show” e filmá-lo com celulares. Após poucas horas tinha viralizado na rede.

Categorias
Acompanhantes Massagens Sexo

Conheça a massagem Lingam | Massagens Eróticas

Massagens Eróticas

Massagens eróticas são aquelas com as quais trabalhamos a sensualidade e o erotismo utilizando técnicas manuais e corporais para o prazer dos nossos sentidos.
Experimente novas sensações baseadas em massagens profissionais integrais aplicadas a todo o corpo sem exceção. As massagens eróticas são orientadas tanto para homens quanto para mulheres, independentemente de sua orientação sexual.

Aspectos sexuais da massagem Lingam

A massagem Lingam trabalha com a sexualidade, com a energia sexual como fonte de cura de outros bloqueios emocionais individuais decorrentes do dia a dia das pessoas.

Por médio da massagem Lingam sua energia sexual fluirá livremente

A massagem Lingam é a ferramenta fundamental numa sessão de Tantra e presta-se especial atenção no massagem da zona genital, donde se encontra o primeiro chakra responsável pela energia primária, também conhecida como energia sexual.
A massagem genital ( massagem Lingam no homem ou massagem Yoni na mulher ) produz um alto nível de excitação, chegando inclusive ao orgasmo em repetidas vezes, e isso é normal, uma vez acordada essa energia a terapeuta distribui-la-á por todo o corpo provocando uma sensação sedante, relaxante e placerosa.

Conheça a massagem Lingam

Atitude passiva e respeito a massagista

As profissionais costumam indicar como vai desenvolver-se a massagem Lingam, indicando movimentos para começar a acordar e relaxar o seu corpo. Ambientes adequados com música suave, velas e incensos ajudam a preparar corpo e mente para a terapia.
A partir daí começa a terapia, em marquesa ou em futón, durante 1 hora, num ambiente adequado com uma música relaxante, com velas e incensos.

A massagem Lingam começa pelas costas, pés, peito e zona genital, onde aplicaram-se técnicas para obter o despertar sexual do cliente.

Respiração consciente e atitude totalmente passiva é fundamental para obter o efeito desejado.

Uma sessão de tantra é muito mas que uma massagem sensual pois seus efeitos não são sozinho a nível físico, os resultados desta terapia influem a nível mental provocando um estado de relaxação e bem-estar profundo e provocando uma abertura mental

Respeito à massagista e a seu trabalho é primordial

Ao acabar a massagem Lingam, uma ducha ajuda-nos para voltar a nossa vidinha de sempre 😉

Categorias
Acompanhantes Garotas de programa Notícias

Prisão de homem que ameaçava garotas de programa para sexo sem camisinha

O Tribunal de Justiça do Acre negou Habeas Corpus (HC) e mantém prisão de homem que ameaçava e atraía garotas de programa para sexo sem camisinha. O homem é acusado de contratar garotas de programa para encontro, por meio de site, não pagar a cache do serviço, obrigar as acompanhantes a fazer sexo sem camisinha além de fazer ameaças com arma de fogo.

O acusado foi preso preventivamente em 20 de julho de 2020 e encaminhado ao complexo prisional no dia seguinte, em razão da suposta prática do crime previsto no Art. 213, do Código Penal. Ou seja, constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso.

No pedido de HC a defesa alegou que seu cliente possui doença respiratória, negou o envolvimento dele no crime e que não se encontram presentes os pressupostos autorizadores da prisão preventiva.

Homem acusado de contratar garotas de programa e não pagar pelo serviço tem negado o HC

Ao julgar o caso, o desembargador-relator Pedro Ranzi, destacou que inexiste qualquer razão justificável para a revogação da prisão cautelar preventiva.

Segundo a investigação, o homem escolhia as garotas de programa que queria estorquir num site de anúncios de acompanhantes. As vítimas relataram que após circular de carro por ruas desertas da cidade de Rio Branco, o acusado exigia sexo sem camisinha e, se a garota negasse, usava uma arma para ameaça-las e expulsa-las do carro sem pagar o cache combinado.

No seu voto, o relator declarou que os crimes ocorreram durante todo o mês de junho, havendo risco de reiteração da conduta criminosa e maior abalo social. O homem chegou a ameaçar uma das vítimas, que o denunciou à polícia. O voto do relator foi acompanhado à unanimidade.