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Homem estupra e rouba garotas e manda ZAP pra dizer que é portador de doença

Suspeito tinha pago o programa adiantado, mas usou uma arma para ameaçar as garotas forçando-as a fazer sexo sem camisinha.

Um homem foi preso na passada terça-feira 24/11, em Ponta Grossa-PR suspeito de estuprar e roubar uma garota de programa de 19 anos e estuprar outra. Há uma investigação em curso na unidade de casos que se assemelham ao ocorrido nesta terça.

O suspeito foi identificado na delegacia e logo os guardas municipais conseguiram encontrar o homem em sua casa.

Segundo a Polícia Militar, os crimes aconteceram na Vila Veneza, por volta das 22h da noite. Uma das vítimas relatou que tinha agendado um encontro e, ao chegar no local, o pagamento foi feito adiantado e ela e uma amiga entraram no carro do suspeito. Logo depois o homem levou a vítima e uma amiga até uma área isolada pra fazer o programa. Chegando na área o homem disse que só tinha um preservativo e apelou pra que a amiga fizesse um boquete sem proteção, o que foi aceito pelas garotas.

Logo que o programa começou, o homem sacou uma arma e colocou na cabeça de uma das mulheres. Ele começou a transar com a amiga com a arma na mão e retirou a camisinha forçando uma relação sexual desprotegida. Após gozar, pegou o dinheiro que havia pago adiantado às garotas e fugiu. Pouco tempo depois, as garotas de programa de Ponta Grossa começaram a receber mensagens do homem dizendo ser portador de doença sexualmente transmissível e orientando as mulheres a fazerem exames.

Elas foram ameaçadas com uma arma e obrigadas a fazer sexo sem proteção

Após ser identificado pelos mensagens, a polícia foi até a casa do homem, e encontrou a arma usada no crime. Trata-se de uma arma de airsoft que estava escondida dentro do carro dele. O homem, acusado de roubo e estrupo, alegou que apontou a arma para as garotas de programa porque tinha discutido sobre o valor da cachê.

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Cliente mata garota de programa e deixa outra ferida em Manaus

Uma mulher que trabalhava como garota de programa na zona Leste de Manaus foi morta a tiros e amiga dela ficou ferida, durante um atentado na madrugada desta terça-feira 17/11.

O crime ocorreu por volta de 1h30 na rua Cleópatra, comunidade Bairro Novo no bairro Jorge Teixeira, e segundo a polícia de Manaus as duas moças atuavam como garotas de programa. A garota morta foi identificada até o momento apenas como Kelli e amiga dela, Naianne F. R., de 27 anos, foi baleada no braço direito e tem ferimentos no olho esquerdo provocados por estilhaços de projétil de arma de fogo.

A Naianne, que continua internada no hospital, relatou à polícia que Kelli estava conversando com o homem dentro do carro, e que ela também entrou no veículo para chamar a amiga. Em seguida as duas desceram do automóvel e foram atacadas a tiros pelo criminoso, que estava no assento de condutor do carro.

Testemunhas no local asseguram que o homem era um cliente das garotas de programa e que na semana passada teria tido o celular roubado por uma delas e com raiva de não ter conseguido recuperar o aparelho celular resolveu se vingar das mulheres.

Conforme relatos de testemunhas, o suspeito foi tentar reaver o aparelho, mas após não conseguir, tentou matar as garotas.

A garota Kelli morreu no local após ser atingida com tiros nas costas e na nuca. O corpo dela foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Naianne foi socorrida no local e levada para o Hospital Platão Araújo, onde segue internada em estado grave sem risco de morte.

O suspeito ainda não foi identificado, o caso segue sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros do Amazonas.

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Como está afetando o coronavirus nas profissionais do sexo?

A pandemia do corona vírus afetou os profissionais do sexo, principalmente garotas de programa que atuam em boates e ruas. As medidas de isolamento social impostas a população fechou clubes e locais de prostituição, e a crise econômica complica a sobrevivência do dia a dia.

Um exemplo, o bairro da Luz Vermelha, em Amsterdã, que tem suspensão das visitas guiadas à zona de prostituição. 200 mil clientes e 228 vitrines, nas quais trabalham aproximadamente 400 mulheres, sumiram do conhecido bairro da capital holandesa. Para atender o setor, foi criada uma campanha através de crowdfunding, que arrecada dinheiro para a compra de alimentos e medicamentos.

Como está afeitando o corona vírus nas profissionais do sexo?

Para saber qual está sendo o impacto real do corona vírus entre a classe de profissionais do sexo, perguntamos mais uma vez as nossas anunciantes.

Em uma enquete realizada entre os dias 19 e 25 do outubro de 2020, perguntamos para 40 profissionais do sexo que mantém o cadastro atualizado no Pimenta.Club e seguem oferecendo seus serviços na crise

Como está afetando a Covid-19 no seu trabalho?

Veja os resultados da nossa enquete: https://pt.surveymonkey.com/stories/SM-ZLGJ5LMY/

1.-Os atendimentos durante a pandemia…

Entre as acompanhantes anunciantes no Pimenta.Club que seguem oferecendo seus serviços na crise, mais de 15% relata que parou tudo, em quanto 56% comenta que caiu muito.
Vale destacar que apenas 5% diz que aumentaram os serviços durante a pandemia.

OPÇÕES DE RESPOSTA
Parou tudo 15,38%
Caiu muito 56,41%
Caiu um pouco 20,51%
Está a mesma coisa 2,56%
Aumentou 5,13%

2.- Você mora com alguém que esteja no grupo de risco?

OPÇÕES DE RESPOSTA
Sim 30,77%
Não 69,23%

3.- Você tem medo de ser infectada com Covid-19?

OPÇÕES DE RESPOSTA
Sim 35,00%
Não 25,00%
Um pouco 40,00%

4.- Os clientes usam máscara ou pedem para você usar máscara?

OPÇÕES DE RESPOSTA
Não 42,50%
Muito raramente 25,00%
Às vezes 12,50%
É frequente 17,50%
Outro* 2,50%

*Eu faço questão de usar e exijo …Sem beijo e muito cuidado

5.- Você está preocupada em transmitir a doença sem saber?

OPÇÕES DE RESPOSTA
Sim, muito 52,50%
Um pouco, eu fico atenta 40,00%
Não muito 7,50%
Para nada 0%

Hoje, às 17 horas, no canal do Youtube da CUTSP por mediação de Marcia Viana, e com a participação de Carol Bonomi (@BonomiCarol) e Betânia Santos, debateram um tema polêmico, mas importante: Como está a situação durante a pandemia, com mulheres e homens que trabalham como profissionais do sexo?

Então, Como está o movimento?

Nos últimos dias temos visto titulares da imprensa amarela destacando que o movimento de serviços de acompanhantes durante a pandemia aumentou. Alguns sites de acompanhantes continuaram a funcionar normalmente. No Pimenta.Club, paramos as atividades no início do mês de maio, estabelecendo apenas serviços mínimos essenciais, o que provocou uma queda automática de usuários.

Como está afetando o corona vírus nas profissionais do sexo?
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Com roteiro que aborda a prostituição, padre de SP lança video-clip

Natural de Sena Madureira, no interior do Acre, o padre Denis-Ricard lançou seu novo video-clip no Youtube com um conteúdo diferente e bem mais ousado do que acostuma-se ver no mundo do Gospel.

Dirigido pelo próprio padre, o clipe intitulado “Pra onde foram os bons?”, tem um roteiro que aborda a prostituição e a discriminação que sofrem as garotas de programa por parte dos religiosos.

“A inspiração surgiu após meditar sobre uma frase do Papa Leão XIII que diz: ‘A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons’.

Segundo declaraçoes do padre, “é um grito que busca tocar a alma e convence-la a sair de uma vida cristã de aparências e assumir o real seguimento de Jesus Cristo. A história que ali contamos são situações que já vivi, e mostra como precisamos amadurecer para não limitar a ação salvadora que a todos quer alcançar” contou Padre Denis.

O clipe foi lançado na terça-feira (23/10), pelo Instagram do padre @padredenisricard.

O portal ContilNet conversou com o Padre Denis-Ricard, que contou um pouco dos detalhes da produção e criação. Veja aquí a entrevista.

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Valorização e Respeito. A luta das profissionais do Sexo CUT-SP

Próxima terça feira dia 27 de outubro, por mediação de Marcia Viana, e com a participação de Carol Bonomi (@BonomiCarol) e Betânia Santos.

Um tema polêmico, mas importante: como está a situação durante a pandemia, com mulheres e homens que trabalham como profissionais do sexo?

Não percam, próxima terça-feira, 27 de outubro, às 17:00 horas nos canais da CUT-SP.

Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT em São Paulo realiza uma live para discutir os desafios e problemas das profissionais do sexo em meio à pandemia do coronavírus.

Canais da  CUT-SP

Marcia Viana, a mediadora do debate, participa da Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT em São Paulo, e junto a ela participam no debate a cientista política e especialista em história do movimento de prostitutas do Brasil, Carol Bonomi, e a profissional do sexo e presidente da Associação de Mulheres Guerreiras, Betânia Santos.

 

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Travesti de Sorocaba é presa por extorquir garotas de programa

Transexual de 43 anos, é presa suspeita de extorquir garotas de programa em Sorocaba

Uma travesti suspeita de extorquir garotas de programa foi presa na manhã desta terça-feira (20), em Sorocaba (SP). O mandado de prisão, busca e apreensão foi cumprido na Vila Lucy. Conforme o delegado José Humberto Urban Filho, a transexual deve ser encaminhada, primeiramente, à Cadeia Pública de São Roque e, após, à Penitenciária de Votorantim.

Segundo o delegado, a suspeita cometeu o crime contra diversas garotas de programa, exigindo pagamento pelo ´uso do ponto´ em que atuavam, alegando ser de sua propriedade. O pagamento era uma parte percentual do valor arrecadado com os programas. A travesti ameaçava as garotas usando arma de fogo ou faca, e exigia que as vítimas pagassem taxa para desempenhar as atividades.

Com medo, as garotas de programa acabavam pagando uma porcentual da cachê pelo ponto

Segundo a PC, ela ameaçava as garrotas com violência física e exigia o pagamento pelo “uso do ponto”, alegando ser dona.

Travesti é presa suspeita de extorquir garotas de programa em Sorocaba (SP) — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Após o primeiro registro do crime, efetuado por meio da Delegacia Eletrônica, os policiais civis conseguiram, durante o trabalho de investigação, chegar até a acusada.

De acordo com a PC, a investigação foi iniciada há cerca de três meses, mas a suspeita cometia os crimes há pelo menos um ano. A suspeita foi encaminhada para o 3º DP de Sorocaba, onde permaneceu à disposição da Justiça.

O trabalho da Polícia Civil prossegue, no sentido de identificar mais vítimas, bem como se há outras pessoas envolvidas com as práticas criminosas.

 

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Mulher é estuprada e roubada após recusar programa com cliente

O caso aconteceu em Juína, distante 760 km de Cuiabá, em uma “zona de prostituição” no Bairro Módulo 5 por volta da meia noite.

Uma profissional de sexo de 31 anos foi estuprada e roubada no início da madrugada após se recusar a fazer um programa com um cliente.

Segundo relato da mulher, o suspeito, um homem moreno, de porte médio, calvo, com um boné preto, calça jeans preto, camisa azul escura e botas, chegou até a zona em que ela trabalha e disse que queria contratá-la para um programa sexual.

Ele, no entanto, afirmou que só teria dinheiro quando o dia amanhecesse. Ela, então, negou-se a fazer o programa.

Porém, como a mulher estava sozinha, ele tomou o celular dela, a enforcou, a levou para um quarto e a estuprou. Após o abuso sexual, o suspeito ainda roubou várias carteiras de cigarro do local da vítima, whisky, catuabas, R$ 400 em dinheiro e o celular que a mulher usava no seu trabalho.

“Ele quebrou alguns móveis do local, tentou arrombar a porta dos fundos e a do lado, arrombou a da frente e fugiu em uma bicicleta cor de rosa”, afirmou a vítima.

A vítima acionou a P.O. que acudiu ao local. Ela relatou que trabalhava como garota de programa e explicou o caso. A polícia ouviu o caso e realizou rondas em busca do suspeito, mas não o encontrou. O caso foi registrado como roubo e estupro.

Fonte: https://olivre.com.br/prostituta-e-estuprada-e-roubada-apos-recusar-programa-com-cliente

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“Se não depositar R$ 1.500 na minha conta, conto tudo para a sua mulher”. Garota é condenada após tentar extorquir cliente

A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, por decisão unânime, manteve condenação a uma garota de programa de Florianópolis por crime de extorsão. A mulher deverá cumprir quatro anos de reclusão em regime aberto.

Segundo as investigações da PC, a vítima conheceu a ré ao ir em uma boate com colegas de trabalho e clientes e, tempos depois, passou a receber ameaças no WhatsApp. Nas mensagens a garota de programa exigia o deposito de uma quantia para ficar calada.

Segundo a investigação, o homem pagou o primeiro valor exigido e, no dia seguinte, passou a receber novas intimidações

Como dessa segunda vez ele se recusou a fazer o pagamento, a garota de programa entrou em contato com a esposa da vítima e deu sua versão dos fatos.

De acordo com declarações do homem que efetuo a denúncia, no dia do encontro com a garota, seus colegas e clientes contrataram os serviços de acompanhantes sexuais, enquanto ele ficou conversando com amigos. Ele relatou que a acusada estava próxima e acredita que alguma das outras acompanhantes ou seus colegas, tenham passado seu telefone para ela.

Segundo o relator, as ameaças de WhatsApp trocadas entre a garota de programa e o denunciante demonstram que a apelante queria receber valores da vítima em troca de seu silêncio em relação ao fato de frequentar lugares de moral duvidosa.

Ameaças da garota

“Se não depositar R$ 1.500 na minha conta, conto tudo para a sua mulher, vou contar o que aconteceu no Facebook”, foram algumas das mensagens.

Na análise do caso, o juízo de 1º grau julgou procedente a denúncia do MP, condenando a acusada às penas de 4 anos de reclusão, em regime inicial aberto, e 10 dias-multa.

O desembargador Antônio Zoldan da Veiga, relator da apelação da ré, anotou no voto que das mensagens de texto trocadas no WhatsApp é possível extrair as ameaças, conduta necessária para a adequação típica ao crime de extorsão.

As ameaças, inclusive de morte, perpetradas pela apelante caracterizam o ilícito, uma vez que estas foram realizadas com a finalidade de fazer com que a vítima lhe depositasse valores em sua conta. (…)

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STRASS – O Sindicato francês d@s Profissionais do Sexo

O STRASS ou Syndicat du TRAvail Sexuel existe desde 2009 na França. Foi criado por profissionais do sexo durante a Conferência Europeia da Prostituição, que se realizou então em Paris; Reuniram-se profissionais do sexo, acompanhadas por advogados, assistentes sociais, sociólogos, etc.

O Pimenta.Club está na luta com o STRASS para que todas @s profissionais do sexo tenham os mesmos direitos que qualquer trabalhador. È preciso ter representatividade para que exista uma defesa contra qualquer violação dos direitos da classe.

STRASS para quem?

O STRASS representa todas as profissionais do sexo, independentemente de seu gênero ou tipo de trabalho sexual envolvido. Garotas de programa, (de rua ou anunciantes em site de acompanhantes), atores pornôs, massagistas eróticos, dominatrizes profissionais, operadoras de telefone rosa, modelos de webcam, strippers, modelos eróticas, etc.

O STRASS dá atenção especial às mulheres – ao adotar uma postura feminista baseada no direito de todos de dispor livremente de seu corpo – e aos migrantes – ao adotar uma posição crítica em relação às políticas de migração que os colocam em perigo.

Women from the STRASS trade union (Syndicate for sexual workers) hold placards reading “Stop repression, not our clients” (R) during a protest march to condemn violence against women, on November 23, 2019 in Marseille, southern France (Photo by CLEMENT MAHOUDEAU/AFP via Getty Images)

O STRASS para quê?

#apenas-os-direitos-podem-parar-os-erros

  1. Exigem a aplicação da lei comum a todas as profissionais do sexo. Até à data, a legislação francesa é particularmente discriminatória contra as trabalhadoras do sexo que são prostitutas (de rua ou de interior), como resultado da política proibicionista seguida pela França.
  2. Lutam pelo reconhecimento de todas as formas de trabalho sexual, contra sua proibição, pois todas as disposições repressivas que dificultam seu exercício mantêm as trabalhadoras do sexo na insegurança e na ilegalidade.
  3. Exigem que as trabalhadoras do sexo, especialmente as estrangeiras e em situação irregular, sejam efetivamente protegidas contra o trabalho forçado, a servidão e a escravidão, bem como o tráfico para esse fim, em aplicação do direito comum. As crianças também devem ser protegidas de forma eficaz contra a exploração sexual.
  4. Exigem o desaparecimento do código penal das disposições que sancionam especificamente o “aprovisionamento”. Supostamente nos protegem dos exploradores, também impedem a prática da prostituição ao nos negar a possibilidade de nos organizarmos (impedindo-nos, por exemplo, de compartilhar um local de trabalho) ou de nos beneficiarmos de qualquer ajuda externa. Estas disposições têm também como consequência isolar-nos cada vez mais do resto da população, acusando-nos de procurar qualquer pessoa que beneficie dos nossos rendimentos, incluindo membros da nossa família ou amigos, a menos que provem que o seu estilo de vida corresponde a seus recursos.
  5. Por último, opõe-se veementemente à penalização dos clientes na França. A lei já permite punir as agressões ou agressões sexuais, bem como “clientes” de menores, em particular pessoas vulneráveis ​​ou vítimas de trabalho forçado ou tráfico. Sancionar clientes de profissionais do sexo adultas, na ausência de qualquer abuso ou violência, não só mina a liberdade sexual, mas também tem o efeito de piorar a situação, tornando o trabalho e a vida mais precários.

Rejeitamos a ideia de que somos, por princípio, vítimas que deveriam ser salvas, contra a nossa vontade.

Manifestações contra crime de solicitação pública

Na França, profissionais do sexo representadas pelo STRASS entraram na luta no 2015 para a revogação do crime de solicitação pública. Quaisquer que sejam as opiniões sobre a prostituição, o povo francês é unânime em afirmar que as prostitutas não devem ser penalizadas. Na prática, a lei de solicitação pública implicava que os clientes estavam cometendo um delito na hora de solicitar os serviços de uma acompanhante.

A STRASS afirmou que o crime de solicitação publica, só ia reforçar o status dos trabalhadores sexuais de pessoas “socialmente inadaptadas”, o que é estigmatizante e devia ser revogado.

Atendimento para denúncias de violência

O STRASS criou um endereço dedicado para profissionais do sexo que tiveram uma experiência de violência psicológica e / ou física, abuso, extorsão, intimidação, chantagem, ameaças, falta de pagamento, etc. Você pode entrar em contato conosco para obter informações, aconselhamento jurídico ou até mesmo suporte para registrar uma reclamação e as consequências (na medida do possível). Você pode escrever para nós em service-juridique@strass-syndicat.org Entre em contato conosco em caso de violência: violences@strass-syndicat.org

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Padre preso após sexo com duas Dominatrix no altar

O reverendo Travis Clark é acusado de ter um trio com a atriz de filmes adultos Mindy Dixon, 41, e Melissa Cheng, 23, na Igreja Católica Romana de São Pedro e São Paulo, na Louisiana, em 30 de setembro. Eles foram pegos em flagrante por um transeunte que decidiu verificar a igreja de Nova Orleans depois de ver as luzes ainda acesas às 23h. O cidadão foi até a janela para ver o que estava acontecendo e ao olhar, percebeu que havia uma festa de sexo a três com dominatrix. , Ele filmou o encontro e alerto a polícia.

O padre seminu foi visto tendo relações sexuais com duas mulheres que usavam espartilhos e botas de salto alto.

A festa estava pronta, com iluminação de palco, brinquedos sexuais e um telefone celular em um tripé filmando o encontro. Um post em uma conta de mídia social associada a Dixon disse que um dia antes ela estava a caminho da área de Nova Orleans para se encontrar com outra dominatrix “e profanar uma casa de Deus”.

O religioso e suas acompanhantes, identificadas como Mindy Dixon,de 41 anos e Melissa Cheng, garota de programa de 23 anos foram presos, acusados de obscenidade por praticarem sexo em um lugar  à vista do público.

O padre e as 2 mulheres foram presos por supostamente violar uma lei de obscenidade que proíbe as pessoas de fazer sexo em público.

O que é bizarro é que a única maneira que a testemunha poderia ter visto era espiando pelas janelas!!!!

O caso aconteceu em 3setembro, mas só foi revelado pela imprensa internacional nesta semana.

Revolta do Arcebispo

O arcebispo Gregory Aymond chamou o ato de “demoníaco”. Ele estava vestido com sua estampa sacerdotal … bem, apenas parcialmente.

Travis Clark era capelão de uma escola secundária católica da região e estava à frente da igreja de São Pedro e São Paulo desde o ano passado. Ele foi ordenado sacerdote em 2013. A arquidiocese de Nova Orleans, suspendeu Clark de suas funções.

Um ritual religioso será feito pelo arcebispo Greg Aymond para restaurar a santidade do altar.

O arcebispo disse que a única maneira de restaurar a santidade da igreja, era queimar o altar, acrescentando: “Estou furioso. Quando os detalhes ficaram claros, mandamos remover o altar e queimado. Vou consagrar um novo altar amanhã. ”

Altar queimado após suposto trio dentro da igreja; arcebispo chama as ações do padre de ‘demoníacas’
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Motorista de app contratava programas e roubava acompanhantes

O presunto criminoso ligava para as garotas de programa, fechava uma cachê e um encontro. O  homem recebia o serviço e no final dizia que ia sacar dinheiro para pagar e acabava as roubando.

Motorista de app acusado de dar golpe em garotas de programa

Aconteceu em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá)., um motorista de aplicativo de 27 anos está sendo acusado de roubar e dar golpes em garotas de programa de Cuiaba.

A Polícia Militar soube do caso após uma das garotas vitimas de roubo acionar a PM para denunciar o suspeito. Ele foi encontrado ontem domingo (11/10), dias após ter supostamente dado o golpe na garota.

A vítima, uma garota de programa de 21 anos, declarou na PC que no dia 26 de setembro foi contratada pelo suspeito e ambos seguiram para um motel. Após o serviço, ele afirmou que precisava sacar o dinheiro para pagar a cachê.

O homem pagou o motel com cartão e saíram de lá dizendo que iria sacar o dinheiro.

O suspeito, no entanto, dirigiu-se para um lugar isolado e, sob ameaça, além de não pagar os serviços da garota de programa, ainda roubou R$ 600 que estavam com ela. Depois disso, ele fugiu.

No domingo de manhã ela viu o suspeito na rotatória do Shopping de Várzea Grande e acionou a Polícia Militar. Uma equipe foi até o local.

Ela, porém, não havia registrado boletim anterior de ocorrência sobre o roubo e golpe. Os policiais, então, apenas puderam abordar o motorista de aplicativo e checar o nome dele. Ele tinha passagens por cárcere privado e ameaça, mas nenhum mandado em aberto.

Como não havia situação de flagrante, os militares encaminharam os dois para a delegacia e apenas registraram o boletim de ocorrência do caso.

Na delegacia, a vítima contou que várias outras garotas de programa foram vítimas do suspeito, com o mesmo modus operandi, mas nenhuma delas registrou boletim de ocorrência.

Com isso, o suspeito acabou liberado e o caso foi encaminhado para investigação da Polícia

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Dicas para sexo Garotas de programa Sex Work is Real Work

Imperdível! Dafne Anãzinha responde as perguntas das #GarotasPimenta parte II

Famoso é problema! Ô….(ela toca o nariz com o dedo)

A Lia Regina @AnazinhaDafne não tem medo da verdade e tem aprendido a se valorizar, sendo uma referência na mídia, dando visibilidade para a classe e para todos as pessoas que apresentam nanismo.

Ao longo de uma semana nossas garotas anunciantes perguntaram para Lia Regina sobre as coisas do dia a dia de uma acompanhante. Veja a seguir a segunda parte. Imperdível!

Para quem gosta de ler, temos um resumo por escrito da entrevista.

  1. Qual seu tipo de cliente preferido?
    Os clientes mais velhos
  2. Vc é de onde?
    Curitiba
  3. O que você procura na vida hoje?
    Estudar e me aperfeiçoar, ter um bom casamento e respeito
  4. Como ser mais profissional do sexo hoje?
    Acho que você precisa ser simpática, ter paciência com o cliente.
  5. Qual foi a atendimento mais difícil ou constrangedor de fazer?
    Foi o cliente querer enfiar comida dentro de mim
  6. Qual posição eles mais gosta ?
    De 4
  7. Aceitaria fazer programa por uma bela quantia?
    Sim quando eu era gp, hoje não.
  8. Você curte novinho? Qual era sua idade preferida para os clientes?
    Não gosto e nunca gostei, eu gosto dos mais velhos
  9. Você acha que vale tudo por dinheiro?
    Tem coisas que não vale o dinheiro. Na verdade tem homens que nem pagando eu quero
  10. O que você acha que não pode faltar em uma acompanhante?
    Paciência
  11. Com quantos anos vc começou?
    30 anos
  12. Anã tem problema em se relacionar com homem de pau grande?
    Não tem problema nenhum
  13. Você tem o mesmo tesão pelos homens hoje que antes de começar a trabalhar?
    Quanto mais sexo você faz, mais tesão você tem. Hoje tenho mais tesão que antes
  14. O que você acha do Pimenta.Club e dos sites de acompanhantes em geral?
    Sites de acompanhantes são essenciais para você conseguir clientes e ganhar dinheiro. Então invista bastante nisso.
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Falta representação política para profissionais do sexo

O trabalho sexual ganhou destaque nos últimos anos – mas muitos dos candidatos as próximas eleições de 2020 ainda relutam em opinar sobre a questão. Enquanto @s profissionais do sexo continuam a pressionar pelos direitos da classe, é difícil não se perguntar: por que é tão raro para os políticos falar sobre isso?

Nos Estados Unidos, após a estrela pornô Stormy Daniels se tornar uma espécie de ícone feminista, o público parece ter se tornado mais simpático, ou pelo menos mais consciente das experiências das trabalhadoras do sexo.

Na Europa, mas concretamente na Holanda, Amsterdã tem sido considerada o modelo da indústria do sexo moderna, com a prostituição legalizada e renomeada como parte da indústria do lazer.

Stormy Daniels, há ‘mais de um lado em cada história

O Conselho Internacional da Anistia Internacional realizou uma votação para proteger os direitos d@s profissionais do sexo. Delegados e delegadas de todo o mundo se uniram para aprovar uma política sobre o assunto.

“Os trabalhadores e trabalhadoras sexuais são um dos grupos mais marginalizados do mundo e, na maioria dos casos, enfrentam risco constante de sofrer discriminação, violência e abusos. Nosso movimento global preparou o terreno para a adoção de uma política para a proteção dos direitos humanos dessas pessoas, que ajude a orientar o trabalho futuro da Anistia Internacional sobre assunto tão importante”, disse Salil Shetty, secretário-geral da Anistia Internacional.

Falta de representação política no Brasil

O Código Brasileiro de Ocupações (CBO) tem registrada à prostituição com o número 5198. O código penal não criminaliza o exercício da atividade, mas pune todos os envolvidos na cadeia da prostituição, à exceção dos clientes. Assim, elas podem trabalhar de forma autônoma, sem o “auxílio” de terceiros.

Expor as dificuldades sofridas por acompanhantes com serviços de sexo desperta sentimentos de desconforto, fundados no moralismo de que elas ou eles desfrutam da “vida fácil”.

Os direitos das acompanhantes e profissionais do sexo é um assunto que deve ser discutido, junto com  outros temas de máxima relevância como a violência sexual, o tráfico de pessoas, e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Estudos feitos no 2010 falavam em perto de 1,5 milhão de trabalhadores do sexo. Através de associações, principalmente constituídas por acompanhantes e ex-profissionais do sexo, alguns grupos organizados surgiram, mas faltou o apoio maciço da classe para ganhar representação política.

Qual a posição dos candidatos para as eleições de 2020 sobre os direitos no trabalho sexual? NÃO SABEMOS!!!

A sindicalização tem sido usada por vários grupos sociais como uma ferramenta eficaz em movimentos baseados em direitos.

Nem todas as trabalhadoras do sexo podem ou querem ser ativistas e mudar o mundo. Muit@s profissionais do sexo gostam de manter seu mundo em privado, porém a coletivização parece ter algo para todos. Muitas acompanhantes vivem uma vida de luta para sobreviver, mas encontrariam tempo para se envolver ativamente na luta pelos direitos da classe representadas por um coletivo organizado.

O Brasil carece de avanços em políticas públicas de reconhecimento da classe.

A categoria de profissionais do sexo, sobre a qual pouco se fala, sofre com grande intensidade os efeitos da Covid-19. Assim como entregadores, motoristas de aplicativo e outros cujas condições de trabalho obrigam a se arriscar pelas ruas, trabalhador@s do sexo tem sofrido com grande intensidade os efeitos da Covid-19.

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BBC faz reportagem de Acompanhantes VIP durante a pandemia

Com o título de “Coronavírus: profissionais do sexo atendem clientes apesar do bloqueio” o repórter da BBC Jonathan Gibson fez uma reportagem na que evidenciou que as medidas de bloqueio não impediram algumas acompanhantes de luxo de viajar pelo país para se encontrar com clientes.

O reporter conversou com profissionais do sexo, incluindo Tiffany, em Birmingham, que disse ter viajado para Bristol e outros lugares para visitar as casas e escritórios dos clientes. A reportagem também revelou que alguns bordéis estavam abertos, apesar dos apelos ao distanciamento social.

O Coletivo Inglês de Prostitutas disse que a maioria das trabalhadoras do sexo eram mães e, se trabalhavam, era porque estavam desesperadas por dinheiro.

No passado mês de junhoo, a BBC fez outra matéria na que relata as duras condições das profissionais do sexo na África. Na reportagem mulheres de Uganda e da Nigéria falam sobre como é a vida para elas durante a pandemia.
Veja reportagem das garotas africanas >> https://www.bbc.com/news/av/world-africa-53013047

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Sex work is real work #eleições2020

Para entender o movimento “Sex work is real work” temos que ter uma mirada mais abrangente para o termo trabalho sexual. Quando falamos em profissionais do sexo, não só estamos falando de acompanhantes com serviços de sexo, mas também modelos de webcam, atores e atrizes de filmes pornô, modelos de nudes, operadoras de sexo por telefone, dançarinas em clubes de alterne, alguns massagistas e outros que prestam serviços como gerentes, agentes, cinegrafistas, seguranças de clube e até, os que trabalhamos em sites como o Pimenta.Club.

Mudanças na legislação afeitam a tod@s os trabalhadores do sexo

No 2002 a Classificação Brasileira de Ocupações reconheceu a classe “prostituta” na sua lista de ocupações dos brasileiros. O reconhecimento do ministério do trabalho foi um grande avanço. Passaram-se anos e nada mudou. Projetos de lei com propostas para regulamentar as atividades d@s trabalhador@s do sexo perderam espaço após o PL Gabriela Leite 2012 ser engavetado por gerar embate entre grupos feministas.

Alguns grupos organizados surgiram após o ano 2012. Através de associações, principalmente constituídas por mulheres profissionais e ex-profissionais do sexo, mas faltou o apoio maciço de toda a classe para ganhar representação política.

A Central Única de Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais – CUTS é um exemplo claro da nova representatividade da classe.

Poucos estudos ao respeito da classe

Estudos feitos no 2010, apresentados no programa A Liga, falavam em perto de 1,5 milhão de profissionais do sexo. Nesse estudo, 87% d@s profissionais trabalhava na rua, coisa que sabemos, hoje não acontece mais.

O crescimento de uma sociedade e a superação de preconceitos é lento e mudanças no ordenamento jurídico, para que atinja absolutamente todos os componentes da sociedade, tem que ser feitas pelos nossos representantes.

O Brasil carece de avanços em políticas públicas de reconhecimento da classe. .

Estátua de Belle no distrito da luz vermelha de Amsterdã

Na Holanda, a profissão foi legalizada no ano 2000, e no 2011 prostitutas do famoso distrito da Luz Vermelha começaram a pagar impostos. Com o tempo a classe ganhou seu lugar na sociedade, com o reconhecimento e respeito de todos (ou quase todos) os cidadãos de Amsterdam.

Precisamos mais representatividade

Aprovações de Leis de combate à violência feminina, como a Lei Maria da Penha, bem como outros avanços legais são de grande importância. Está no hora de nossos representantes deixar de hipocrisia e colocar as pautas sobre a mesa. Há uma distância social que somente uma educação sólida em direitos humanos pode mudar..

A incorporação social da classe é uma necessidade para mais de 1 milhão de brasileir@s.

Um trabalho organizado da categoria pode levar a uma situação de maior reconhecimento d@s Profissionais do Sexo, para exercer suas atividades com liberdade, responsabilidade e segurança.

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Você prefere sexo com clientes de qual idade? 30 a 40 é a mais desejada

Muitos estudos provam que os homens maduros andam despertando uma intrigante atração entre as meninas. Os estudos justificam a atração dizendo que os homens maduros sabem melhor o que as mulheres querem, já tiveram experiências anteriores e até se comunicam melhor. Será?

Até aqui tudo bem, não precisamos de nenhuma enquete para saber que para trabalhar como acompanhante, jovens são mais procuradas pelo corpo, e as mais maduras pelas suas habilidades.

Assim como jogadores de futebol, profissionais do sexo tem sua vida profissional limitada no tempo e atrelada a sua forma física.

Se uma pessoa mais velha for questionada sobre ter sexo com uma garota de programa mais nova, vai dizer que tem muita vitalidade e gosta de acompanhantes jovens. Portanto, sendo homem ou mulher, todos pensamos que a melhor idade é a nossa. Já se estiver fazendo sexo com uma acompanhante com mais idade, vai exaltar sua experiência e habilidade.

Mas e quando a situação é contrária? Será que @s acompanhantes sentem preferência por algum tipo de idade?

Para responder essa pergunta, o Pimenta.Club foi atrás e perguntou para nossos anunciantes qual é a preferência de idade dos seus clientes. 

Os resultados da nossa enquete nem confirmam, nem desmentem a preferência d@s acompanhantes por clientes com mais idade. Mais da metade d@s profissionais do sexo preferem cientes entre 30 e 40 anos, seguido de perto por clientes de 40 a 50. Já @s “jovens” com menos de 30, só ficam trás d@s “velh@s” com mais de 60.

Você já se perguntou qual é a melhor idade para o sexo? Ora, não há jeito melhor do que perguntando para noss@s anunciantes.

menos de 30 anos
12,82%
30 a 40 anos
53,85%
40 a 50 anos
35,90%
50 a 60 anos
23,08%
mais de 60
7,69%

Não podemos falar que nossos garotos e garotas de programa gostam mais de clientes mais velhos, mas fica muito claro que clientes mais jovens não são os mais desejados entre noss@s anunciantes.

Para clientes com mais idade, fazer sexo com um@ acompanhante mais jovem  às vezes atua como um impulsionador do ego.

Nossa amiga Dafne Anãzinha nos conta o que tem que ter uma mulher para ser boa de cama!

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Rifa de cachê pela internet pode virar pesadelo!!!

Ultimamente vemos pelo Twitter cada vez mais profissionais do sexo interagindo diretamente com seus possíveis clientes, postando pics e vídeos em troca de compartilhamentos e inventando todo tipo de brincadeiras para ganhar popularidade.

A criatividade neste mercado é tudo, porém menin@s, NEM TUDO PODE!!!!

As rifas, onde uma -ou duas- acompanhantes oferecem uma noite dos sonhos com todos os serviços inclusos como prémio para o feliz ganhador, parece que pode virar caso de B.O.

Aconteceu no município de Janaúba na região Norte de Minas Gerais. Uma influencer local fechou parceria com a organização do sorteio para divulgar os detalhes da rifa em suas redes sociais e a história viralizou.

Segundo a investigação a influencer fechou o pagamento de R$500 e começou a divulgar a rifa em suas redes sociais. Sorteio acabou não sendo efetuado. A Polícia de Minas (PCMG) investiga se houve crime relacionado a exploração sexual.

“Foi muito difundido no WhatsApp, nas redes sociais, vi em vários grupos da cidade. Nós queríamos apurar o crime de proveito da prostituição.” comentou a delegada responsável do caso.

Em seu depoimento, a blogueira confirmou que um homem tinha oferecido R$ 500 para a divulgação e mais R$200 se der tudo certo. A blogueira apontou quem era o homem que a contratou para a divulgação. Ele também foi ouvido.

A rifa que prometia uma noite com uma dupla de garotas de programa virou pesadelo para os organizadores.

Os bilhetes da rifa eram vendidos por R$ 20 através de blogs e redes sociais. No seu depoimento, o organizador da rifa diz que arrecadou cerca de R$ 5 mil. Ele falou para a delegada que não era o organizador da rifa, mas tudo indica que ele seja o responsável.

O inquérito está em andamento e, além da blogueira e deste suspeito que provavelmente é o mentor da rifa, ainda serão ouvidas outras testemunhas. Prostituição não é crime por si só, mas quem aproveita-se da prostituição alheia comete crime.

“É totalmente imoral rifar pessoas, pessoas não são mercadorias”, comentou a delegada.

Se indiciado, o homem poderá ser condenado a reclusão por até quatro anos.

Dinheiro para doação?

Intimado pela delegada, o suspeito declarou que iria usar o dinheiro da rifa para comprar cestas básicas destinadas a famílias de Janaúba. Mas, o boleto da rifa não falava nada disso, então as investigações apontam que era para seu benefício.

Instaurado em 15 de setembro, o inquérito ainda ouvirá mais testemunhas para somente então ser concluído. Ainda não há data prevista.

O homem jurou ter devolvido o dinheiro.

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Ex-acompanhante anã Lia Regina, lança e-book com experiências

Para ajudar outras mulheres e homens que sofrem com o preconceito de serem anões, Lia Regina, mais conhecida na classe como Dafne Anãzinha, escreveu sua autobiografia num e-book de 123 páginas.

Lia Regina, mais conhecida como Dafne Anãzinha, revela que tinha artista da Globo e jogador de futebol, numa lista de mais de 600 clientes

Na presentação do livro, Lia escreve: “Este livro conta minha história e relata minhas experiências. Não só como garota de programa, mas também minha vida antes de me tornar uma. Nesse sentido, pessoas que levaram fora, que foram humilhadas ou até mesmo que foram deixadas de lado, vão se identificar muito com a obra. Além disso, também conto um pouco da minha infância e o bullying sofrido em razão da minha condição – a de ser portadora de Nanismo -, tanto no colégio como na minha própria família.”

Pretendo publicar mais um livro, sobre bonecas sexuais humanas, adianta a jovem, que está há quatro anos fora dos serviços de acompanhantes. Atualmente, Lia é formada em Direito, e está cursando uma segunda graduação, no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Na autobiografia lançada este mês, disponível para venda na Amazon, Lia Regina, decidiu listar seus clientes, entre eles atores famosos da Globo e jogadores de times de futebol da primeira divisão,  “A maioria me procurava para realizar seus fetiches”, conta no seu e-book.

O nanismo, alvo de fetiche de muitas pessoas, foi determinante para ter uma lista de clientes muito variada e com personagens de todas as classes sociais.

“Os homens pagavam para realizar seu fetiche. Acredito que garotas de programa são as únicas a terem acesso a homens intocáveis”

“Atores e jogadores de futebol que me contratavam eram extremamente lindos, pessoas que estão na mídia diariamente. Pessoas que eu nunca poderia imaginar estar na cama. Todos eram muito atenciosos. Até calcinha eu ganhei de um”, relembra.

“A relação era unicamente profissional, não tínhamos contato diário. Eu realizava as fantasias deles e pronto”

Questionada sobre como lembra dos atendimentos, Lia explica que mantinha um caderno de anotações sobre cada homem e mulher que serviu.

Ex-acompanhante anã Lia Regina, lança e-book com experiências

“Eu tinha uma agenda, anotava todos com quem eu saía. Nos serviços de sexo também, anotava o nome, a data e se eu tinha gozado. Caso o cliente me ligasse de novo, eu sabia exatamente a data que eu o atendi. Isso ajudava a me lembrar deles, pois eram muitos e eles gostavam de se sentirem únicos. Caso eu não tivesse gozado, não voltava a atender aquele cliente.”

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Namorar uma acompanhante? E ela, namoraria com você?

O que pensam eles

Todas as enquetes feitas por sites e blogs com conteúdo para adultos, priorizam a opinião dos clientes a respeito da possibilidade de namorar com uma profissional acompanhante, principalmente quando é uma garota de programa que oferece abertamente seus serviços.

Os resultados das enquetes, são sempre parecidos e indicam que poucos homens gostariam de namorar uma acompanhante sem colocar um porém.

Só 8% dos homens responderam “SIM” a pergunta Você namoraria uma garota de programa?

Os resultados são da enquete feita no fórum https://adrenaline.com.br/ e à pergunta “Você namoraria uma garota de programa?”. Os resultados foram:

  1. Sim: 8.1%
  2. Sim, desde que ela parasse de atender: 8.6%
  3. Talvez, se ela parasse de atender: 22.6%
  4. Talvez: 14.5%
  5. Não, mesmo que ela parasse de atender: 46.2%

Muitos que não conhecem nem são clientes habituais, não teriam problemas em namorar se ela parasse de atender.

Outras enquetes feitas por sites similares, como a feita pelo site de perguntas e respostas ele&ela até colocam o passado como impedimento para namorar a garota perguntando:

O que pensam as garotas disso?

O que pensam elas

Fizemos uma enquete com noss@s acompanhantes para saber qual é a opinião delas. Já sabemos que poucos homens gostariam de namorar uma garota de programa, mas e as garotas? Será que elas gostariam de namorar com um cliente?

Perguntamos para elas “Você namoraria um cliente?

Os resultados da pesquisa do Pimenta.Club mostram que 35% das acompanhantes não namoraria um cliente, e 10%, só namoraria um cliente se ele já foi um conhecido anterior da garota ter começado a trabalhar como acompanhante.

Não
35,00%
Só se for alguém que já conhecia
10,00%
É muito difícil, mas às vezes rola um “chan” com algum cliente
45,00%
Sim. Porque não? Estou solteira!
36,00%
Outro
4,00%

Um 45% das acompanhantes do Pimenta.Club indica que é muito difícil namorar com um cliente, porém às vezes rola um “chan”. Nossa enquete não perguntou o que acontecer depois, se rolar o tal do “chan” 😉

Já os 36% das acompanhantes – mesma proporção que as que jamais namorariam um cliente – indicou que não tem problemas em namorar um cliente e declara-se solteira!

Você namoraria uma acompanhante? E ela? Ela quer namorar você?

A enquete do Pimenta.Club foi elaborada com uma seleção aleatória de participantes voluntários entre mais de 7000 anúncios de acompanhantes para adultos no nosso site.

Fotografias de Julinha | Julinha Safadinha

A gente foi mais longe!

Meninas, o Pimenta.Club quis ir mais longe e tirou mão da calculadora para saber o que pensam “eles” na realidade. As enquetes feitas pelos sites, não tem em consideração se o homem que efetua seu voto é “cliente” de serviços de acompanhantes. Sob nosso ponto de vista, os homens que não conhecem, não tem voto válido na nossa enquete. O pastor de uma igreja pode votar 5 vezes, só para desacreditar a classe, mas não afeta a proporção de clientes que namoraria uma acompanhante, porque ele não é um cliente!

Não tem estudos oficiais, e fica até difícil ter uma idéia do número de profissionais do sexo que trabalham atualmente no Brasil.

ONGs estimam que o número de garotas de programa no Brasil é de aproximadamente 1.170.000.

Vamos fazer uma conta rápida. Se tem 1,2 milhão de profissionais mulheres, e vamos supor um “hipotético” número (muito baixo) de 30 clientes por profissional. Se fizer as contas, ficamos com 45 milhões de Brasileiros que pagam por serviços de sexo.

No final temos que 2/3 dos brasileiros que não pagam por sexo, e não conhecem o serviço nem as pessoas que o prestam.

Segundo a enquete, 46% não namoraria uma acompanhante, e tem 66% que não conhece o serviço. Isso quer dizer que tem muitos que não conhecem nem são clientes habituais, mas não teriam problemas em namorar uma acompanhante se ela parasse de atender.

Na real, se tirar os que não pagam serviços profissionais de sexo, o número de clientes que namoraria uma profissional acompanhante, principalmente se ela deixar de trabalhar, é mais do 50%. Se prestar atenção, a porcentagem e a mesma que as acompanhantes que namorariam um cliente 😉

Dados de profissionais do sexo no Brasil em 2010

Segundo um estudo do 2010, existe 1.500.000 (um milhão e quinhentos) profissionais do sexo no BRASIL e desses 78% são mulheres, 1.170.000. As travestis correspondem a 15%, o que soma 225.000 mil profissionais.

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Cresce o número de crimes contra travestis no Brasil

Mais um caso de violência contra travestis ou transexuais no DF. O passado dia 17, quinta feira, uma garota de programa transex foi esfaqueada por cliente dentro de carro. O caso ocorreu em Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal. Crime é investigado como tentativa de homicídio. Agressor, um homem caminhoneiro de 69 anos, foi preso em flagrante e levado para DP.

Uma jovem garota de programa travesti de apenas 18 anos foi esfaqueada dentro do carro de um cliente. O caso é investigado como tentativa de homicídio. Quando a polícia chegou ao local, o agressor ainda estava no veículo e tinha manchas de sangue nas mãos.

Segundo as investigações da Polícia Civil, ele admitiu ter brigado com a garota trans e disse que a esfaqueou no peito. Durante a perícia, os agentes apreenderam um canivete, que teria sido a arma usada no crime.

Ele foi preso em flagrante e encaminhado para a 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga).

Segundo outras garotas de programa testemunhas no local, os bombeiros chegaram meia hora após ser acionados e a jovem ficou deitada na calçada todo esse tempo.

Com a chegada dos bombeiros ela foi levada para o Hospital Regional de Taguatinga e internada em estado grave. Ela sofreu perfurações de faca no abdômen e no peito.

A mulher trans Laysa Fortuna morta após ser esfaqueada no tórax em Aracaju (Foto: https://observatoriog.bol.uol.com.br )