Rifa de cachê pela internet pode virar pesadelo!!!

Ultimamente vemos pelo Twitter cada vez mais profissionais do sexo interagindo diretamente com seus possíveis clientes, postando pics e vídeos em troca de compartilhamentos e inventando todo tipo de brincadeiras para ganhar popularidade.

A criatividade neste mercado é tudo, porém menin@s, NEM TUDO PODE!!!!

As rifas, onde uma -ou duas- acompanhantes oferecem uma noite dos sonhos com todos os serviços inclusos como prémio para o feliz ganhador, parece que pode virar caso de B.O.

Aconteceu no município de Janaúba na região Norte de Minas Gerais. Uma influencer local fechou parceria com a organização do sorteio para divulgar os detalhes da rifa em suas redes sociais e a história viralizou.

Segundo a investigação a influencer fechou o pagamento de R$500 e começou a divulgar a rifa em suas redes sociais. Sorteio acabou não sendo efetuado. A Polícia de Minas (PCMG) investiga se houve crime relacionado a exploração sexual.

“Foi muito difundido no WhatsApp, nas redes sociais, vi em vários grupos da cidade. Nós queríamos apurar o crime de proveito da prostituição.” comentou a delegada responsável do caso.

Em seu depoimento, a blogueira confirmou que um homem tinha oferecido R$ 500 para a divulgação e mais R$200 se der tudo certo. A blogueira apontou quem era o homem que a contratou para a divulgação. Ele também foi ouvido.

A rifa que prometia uma noite com uma dupla de garotas de programa virou pesadelo para os organizadores.

Os bilhetes da rifa eram vendidos por R$ 20 através de blogs e redes sociais. No seu depoimento, o organizador da rifa diz que arrecadou cerca de R$ 5 mil. Ele falou para a delegada que não era o organizador da rifa, mas tudo indica que ele seja o responsável.

O inquérito está em andamento e, além da blogueira e deste suspeito que provavelmente é o mentor da rifa, ainda serão ouvidas outras testemunhas. Prostituição não é crime por si só, mas quem aproveita-se da prostituição alheia comete crime.

“É totalmente imoral rifar pessoas, pessoas não são mercadorias”, comentou a delegada.

Se indiciado, o homem poderá ser condenado a reclusão por até quatro anos.

Dinheiro para doação?

Intimado pela delegada, o suspeito declarou que iria usar o dinheiro da rifa para comprar cestas básicas destinadas a famílias de Janaúba. Mas, o boleto da rifa não falava nada disso, então as investigações apontam que era para seu benefício.

Instaurado em 15 de setembro, o inquérito ainda ouvirá mais testemunhas para somente então ser concluído. Ainda não há data prevista.

O homem jurou ter devolvido o dinheiro.

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